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Os casos do Sistema Financeiro português: o Banif

por Nuno Edgar Fernandes, em 19.12.15

Mais um re-post aqui no Ultimato de Portugal Contemporâneo:

 

Uma opinião que compartilho. Um traço comportamental e cultural de Portugal, que corrompe muito da capacidade do País ser mais próspero: mesquinhez e inveja em relação aquilo que o vizinho do lado tem ou não tem. Os problemas destas questões não se esgotam em casos particulares, e é especialmente grave e destrutivo quando é um problema generalizado na Sociedade, instigado por insuspeitos e Cultivado por ignorantes.

 

' A vida e a obra de Horácio Roque constituem um exemplo. Um verdadeiro empreendedor, sem medo de arriscar e com visão para criar riqueza. Num país onde há muita inveja em relação a quem tem dinheiro, é importante sublinhar que a criação de riqueza beneficia milhares de pessoas. Os investimentos de Horácio Roque criaram dezenas de milhares de postos de trabalhos e ajudaram milhares de pessoas a viverem melhor e também elas a criar riqueza. A admiração e o apreço que os trabalhadores tinham por Horácio Roque testemunham a sabedoria com que geria as suas empresas. Ao contrário do que afirmam certas ideologias radicais, os empresários e os trabalhadores sentem-se bem próximos uns dos outros. '

 

Uma opinião que compartilho. Um traço comportamental e cultural de Portugal, que corrompe muito da capacidade do País...

Posted by Portugal Contemporâneo on Saturday, December 19, 2015

 

Horácio Roque e o sistema financeiro português

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publicado às 17:52

Gostaria de reencaminhar hoje aqui mais um Post na minha Página do Facebook, Portugal Contemporâneo, que tem granjeado um número crescente de apreciadores, graças, e desde já com agradecimento especial, a um dos meus amigos nessa rede social que me tem ajudado à sua promoção.

 

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Portugal acusa gestor formado em Harvard de manipular dívida. E exige 820 mil euros

Este artigo impressionou-me por vários motivos. Mas o principal, e que até à data julgava de forma informal e descontraída é este: os artigos escrito em Blogues ou Websites, com ampla audiência e por respeitados académicos poder mesmo ter consequências materiais concretas, e ser passível de responsabilização criminal.

 

Este artigo impressionou-me por vários motivos. Mas o principal, e que até à data julgava de forma informal e descontraí...

Posted by Portugal Contemporâneo on Friday, October 30, 2015

 

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publicado às 12:05

Quando em Dezembro de 2005 decidi sair de Portugal e emigrar para a Inglaterra não fazia ainda ideia, até por não me interessar muito por questões políticas na altura, de factos relativos à qualidade institucional na Política portuguesa. Na altura o que me interessava era escapar de uma terrível crise económica e social e de um discurso e retórica profundamente desagradáveis e negativas, procurar melhores condições de vida e de emprego e uma outra perspectiva do Mundo e de tudo. Vivia e sentia confusão perante o que sentia ser uma rota algo caótica e desadequada da Sociedade e Economia Portuguesa de então; francamente o crepúsculo da anterior desejada estabilidade já estava presente e se sentia por todo o lado...
No entanto essa minha experiência internacional vincou, aprofundou e inclusive mudou para pior a impressão de desajuste que naquela altura sentia. Fiquei sempre algo chocado com a imagem internacional do País, sobretudo quando visto sob a perspectiva dos Países mais avançados da Europa; em Inglaterra esta zona do Mundo é a Espanha e o seu retalho de Países que realmente conta... Em Outubro de 2009 não vivia portanto em Portugal e seria para mim difícil ajuizar correctamente a esta distância como estava o País, até porque eram parcas as vezes em que procurava inteirar-me, e por outro lado nem muito interessado estava vivendo como vivia num País de matriz Global e onde solicitações informativas são muitas e por muitos outros caminhos. Mas o que hoje posso constatar, depois de em Junho de 2011 ter para cá regressado é que a situação do País já era de facto então muito grave e que a derrocada e lamentável caminho para a fragilização institucional já estava em pleno curso.
Tudo isto vem a propósito de endereçar parabéns a mais uma excelente reflexão sobre a Política portuguesa e a sua actual situação por André Azevedo Alves no ‪‎Observador‬, em que de forma lúcida e equilibrada nos diz que o País está efectivamente numa encruzilhada, e que agora em Outubro de 2015 a crescente fragilidade institucional, de regime e sistema político poderá ter contornos de ruptura. Ninguém de bom senso o deseja, como é óbvio, no entanto será nestas alturas que lideranças fortes, responsáveis e à devida altura das exigências se exige que surjam; e que saibam serenamente interpretar devidamente os resultados da Eleições de 4 de Outubro que não me parece que tenham sido tão ambíguas como isso...

 

 

Portugal Contemporâneo

 

A esse propósito gostaria apenas de referir que poderemos, talvez devemos, assistir desta vez em Portugal à confirmação de que os Governos maioritários não são necessariamente os melhores Governos, vistas as circunstâncias e tempos diferentes, e que o precedente do anterior Governo demonstrou, com as repetidas iniciativas legislativas a serem inúmeras vezes questionadas quer pelo Presidente da República quer rejeitadas em sede de Tribunal Constitucional. Talvez em vez de se questionar a Constituição, mesmo que com alguns retoques o enquadramento e espírito da Lei Fundamental pudessem ser renovados, estes novos tempos Políticos exigem a todos os agentes políticos a capacidade de chegar a compromissos e atitudes irredutivelmente conciliadoras e não confrontadoras. Não deixa de ser curioso que a resposta dos agentes Políticos perante resultados eleitorais ambíguos seja a polarização e o radicalismo....
Mas provavelmente só é curioso para quem olha de fora e não sente o sistema por dentro.

 

Quando em Dezembro de 2005 decidi sair de Portugal e emigrar para a Inglaterra não fazia ainda ideia, até por não me...

Posted by Portugal Contemporâneo on Saturday, October 10, 2015

 

 

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publicado às 16:50


Liberalismo e "Estatismo": Portugal sem Direita Democrática

por Nuno Edgar Fernandes, em 04.06.15

Este post reproduz uma partilha em páginas pessoais no Facebook. Comenta texto, ensaio de Maria de Fátima Bonifácio no Observador que é muito bom e de leitura recomendável. Mudou a minha errada percepção de que em Portugal nunca tenha existido o verdadeiro Liberalismo, de carácter sobretudo Político mas que é também capaz de ter conotações com o Liberalismo de teor mais Económico/Social. Mas como em tudo em Portugal até mesmo essa suposta Cultura Política semi-liberal - talvez por um Sec. XIX fortemente influenciado nas nossas elites pelo Liberalismo Anglo-Saxónico - foi sempre vivida de forma muito ténue, tímida e incapaz de verdadeiramente ser uma força a ter em conta na Sociedade em geral. Importante a reflexão de como a excessiva influencia da Igreja Católica tenha sido em parte responsável pela Sociedade nunca ter conseguido evitar o Estatismo que acabou por se radicalizar no Salazarismo, que não por acaso sempre se deu muito bem com a Instituição religiosa. Não devemos esquecer que as Sociedades Europeias mais avançadas são laicizadas há pelo menos 400 anos.... !!

" Sá Carneiro levou cinco anos a relegitimar a direita, mas uma direita social-democrata, progressista, e tão envergonhada – e fraca – que se prestou a assinar (excepto o CDS) a absurda Constituição de 1976, que pretendia amarrar todo o País, toda a gente, ao rumo para o socialismo sob tutela militar. Após as duas mais importantes revisões constitucionais, 1982 e 1989, continuamos com uma Constituição que consagra um fortíssimo estatismo bem como um sem número de imposições programáticas destinadas a forçar uma orientação governativa socialista. Em Portugal, em 2015, ainda só há licença para ser de esquerda. Não admira. A verdadeira direita, que era a do Estado Novo, não teve, como não teve outrora o miguelismo, a oportunidade histórica de se aggionare – ao contrário da direita franquista em Espanha. Aqui, Franco, desembaraçado da questão colonial, pôde abrir o caminho a Adolfo Suárez, que conduziu uma transição pacífica para um regime democrático em que cabia toda a gente. Em Portugal, a revolução, como sempre acontece, bloqueou toda a possibilidade de diálogo com os vencidos e fechou-lhes as portas do novo regime. Décadas depois de Abril, alguém de direita ainda causa espanto e indignação."

 

Este texto, ensaio de Maria de Fátima Bonifácio no #Observador é muito bom e de leitura recomendável. Mudou a minha...

Posted by Portugal Contemporâneo on Thursday, June 4, 2015
Nota de rodapé: não tendo a completa certeza de que a palavra "Estatismo" exista no vocabulário da Língua Portuguesa optei por colocar o título entre aspas e verificar posteriormente.

 

 

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publicado às 19:01


Comentadores e Pensadores. Do que precisamos ?

por Nuno Edgar Fernandes, em 23.03.15

Julgo que a inteligência - por vezes algo estriónica - de Marcelo Rebelo de Sousa deveria ser melhor dirigida para a escrita de artigos de fundo sobre o que pensa para o futuro do País. É de facto comentador de qualidade. Deveria ser mais pensador e real protagonista de algo mais substancial para Sociedade Portuguesa.

 

 

 

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publicado às 10:46


Abraham Lincoln

por Nuno Edgar Fernandes, em 03.07.13

Como é óbvio pelo título este é um post especial e diferente. É diferente mas não quer parecer usado, ou seja nao é revivencialista. Antes pretende atender a urgência que a actualidade Portuguesa merece. Fará mais jus ao Título e nome deste Blog, que é também fruto desse merecimento. E porque os momentos críticos e débeis sempre são atreitos a que nos inspiremos e relembremos a inspiração alheia célebre de alguém que admiramos pelo que fez e foi em vida, e porque em momentos como este souberam não apenas estar á altura mas superar em muito do que deles se esperaria. E porque essa elevação é e será Universal referencia e especialmente para quem dela não parecia precisar! Aqui fica este espantoso acto de liderança que é tributo ao bom modo de ser um verdadeiro Líder!

 

 

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publicado às 11:24


O Últimato

por Nuno Edgar Fernandes, em 13.06.13

Este é o novo Fórum em Português de Nuno Edgar Fernandes. 

É mais uma forma de discutir, expor, divulgar, interagir e aprender e em Língua Portuguesa sobre os assuntos da actualidade.

É especialmente vocacionado para uma audiência versada em questões de Empresas, Investimento, Economia e Política, mas não deixará de fora assuntos culturais dos mais diversos!

Parabéns hoje para o nosso grande Poeta Fernando Pessoa, nascido a 13 de Junho de 1888.

Obrigado!

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publicado às 18:47


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