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Forum de discussão sobre assuntos gerais de Portugal com especial enfoque em questões Executivas, Empresariais, Políticas e de Sociedade ou Filosofia.
A empresa Petrolífera Portuguesa Galp é uma empresa a sério. Mesmo considerando tratar-se empresa com média dimensão á escala Europeia e Global a operar no seu sector - analisando a sua quota de mercado - parece no entanto ser bem gerida, com competência e rigor. E tem feito inúmeros esforços de internacionalização e de presença á escala Global. Desde a forma como recentemente participou em actividade de atracção de investimento em praças financeiras da importância da de Londres até á esta recente operação de prospecção de Petróleo em Terras Brasileiras, a Galp é caso de estudo de qualidade de Gestão e estratégia empresarial. Ou pelo menos até ao momento. Transcrevo em baixo excerto do artigo do jornal Económico referido:
' A Galp confirmou hoje que os testes realizados num poço na área de Iara da Bacia de Santos confirmam as boas perspectivas para a extracção petrolífera. "Os resultados obtidos com o poço 3-RJS-706 (3-BRSA-1132-RJS), informalmente conhecido como Iara Oeste-2, reforçaram o potencial de petróleo leve recuperável de Iara e comprovaram a descoberta de petróleo de boa qualidade (28º API), conforme informação divulgada ao mercado no dia 5 de Março", referiu a empresa liderada por Ferreira de Oliveira em comunicado.
A petrolífera adianta ainda que "os reservatórios carbonáticos apresentaram óptimas condições de porosidade e permeabilidade a partir de 5.260 metros de profundidade, com características superiores às encontradas no poço descobridor (1-RJS-656, Iara). Os resultados do teste de formação confirmaram a excelente produtividade dos reservatórios".'
Parece-me ser uma descoberta significativa e que poderá ser relevante para a Galp e o seu futuro no sector Petrolífero. Mas a Galp tem também importante presença estratégica no sector do Gás natural e seria com certeza interessante sabermos das novidades neste âmbito. Por outro lado a Galp procura não deixar de lado o que pode fazer a nível das Energias Renováveis, apesar de ter tido algumas dificuldades, também recentemente vindas a público. Julgo que a sorte da Galp também é a sorte do sector energético Português!
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