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Espectros Políticos ou o fim das Ideologias ?

por Nuno Edgar Fernandes, em 24.01.16

Mais uma vez em Portugal Contemporâneo:

 

Gostei. Admito com humildade que revendo algumas das minhas posições, sobretudo as relativas às relações laborais, também por vezes aceitei ou concordei com algumas daquelas crenças que são alvo da crítica dura por parte de Pacheco Pereira. Mesmo que por disposição ou tendência natural tenha por essas posições uma posição neutra ou de simpatia, não me revejo em crenças e Políticas de assumidos enviesamentos ultra ' Capitalismo Selvagem', para usar expressão que se torne inteligível por todos.

Mas por outro lado não considero que haja, em Portugal, um sério problema ideológico com a chamada Direita moderada, ou mesmo um qualquer processo de radicalização desse espectro Político. Fico com a sensação de que Pacheco Pereira justifica as suas crenças a partir de uma perspectiva excessivamente intra-partidária e da qual tem experiência vasta, que não será a perspectiva mais abrangente sobre o que realmente pensam os Portugueses de boa consciência sobre o que se está ou vai passar nas questões de poder Político no futuro. E vaticino o mesmo para a Europa e a zona Euro, embora aí sim os processos políticos descritos por Pacheco Pereira possam vir a concretizar-se se entretanto acontecer o pior....

 

Gostei. Admito com humildade que revendo algumas das minhas posições, sobretudo as relativas às relações laborais, també...

Posted by Portugal Contemporâneo on Saturday, January 16, 2016

 

 

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publicado às 17:51


Espectros Políticos ou o fim das Ideologias ?

por Nuno Edgar Fernandes, em 16.01.16

Mais uma vez em Portugal Contemporâneo:

 

Gostei. Admito com humildade que revendo algumas das minhas posições, sobretudo as relativas às relações laborais, também por vezes aceitei ou concordei com algumas daquelas crenças que são alvo da crítica dura por parte de Pacheco Pereira. Mesmo que por disposição ou tendência natural tenha por essas posições uma posição neutra ou de simpatia, não me revejo em crenças e Políticas de assumidos enviesamentos ultra ' Capitalismo Selvagem', para usar expressão que se torne inteligível por todos.

Mas por outro lado não considero que haja, em Portugal, um sério problema ideológico com a chamada Direita moderada, ou mesmo um qualquer processo de radicalização desse espectro Político. Fico com a sensação de que Pacheco Pereira justifica as suas crenças a partir de uma perspectiva excessivamente intra-partidária e da qual tem experiência vasta, que não será a perspectiva mais abrangente sobre o que realmente pensam os Portugueses de boa consciência sobre o que se está ou vai passar nas questões de poder Político no futuro. E vaticino o mesmo para a Europa e a zona Euro, embora aí sim os processos políticos descritos por Pacheco Pereira possam vir a concretizar-se se entretanto acontecer o pior....

 

Gostei. Admito com humildade que revendo algumas das minhas posições, sobretudo as relativas às relações laborais, també...

Posted by Portugal Contemporâneo on Saturday, January 16, 2016

 

 

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publicado às 17:41


Presidenciais 2016 - Marcelo e o seu Portugal

por Nuno Edgar Fernandes, em 15.01.16

Reproduzo aqui um post recente em Portugal Contemporâneo. Para quem gosta de o Ultimato.  

Existem várias coisas que me agradam em Marcelo Rebelo de Sousa. Uma mente brilhante, rápida e esclarecida como poucas, de nível muito para lá do que estamos habituados em Portugal. É um profundo conhecedor de questões Constitucionais, legais e Legislativas, nas quais é reputado especialista como se sabe; tem sido alguém que acompanha muito de perto a Política Portuguesa e foi mesmo inovador no tempo pré-Revolucionário em Análise e Filosofia Política, num País que na altura, tal como hoje (por estes dias com mais ... valha a verdade), sem Cultura Política e adequados níveis Cívicos e de participação Política para uma decente Democracia -- sem referir o que quer que seja na questão dos conhecimentos necessários e literacia para poder perceber o que pensava o Professor nessa altura... --; analisa como poucos com quase perfeita qualidade psicanalítica o estado de espírito e as manobras das mais variadas personalidades e percebe e sente a actualidade Política como ninguém.

Foi líder partidário, o que é mais valia para se conhecer melhor o País político e as suas idiossincrasias e defeitos, que são muitos, mas que sempre deu a impressão de os ignorar ou não perceber, o que talvez explique que não tenha tido o sucesso eleitoral noutras contendas, tal como desejava. Mas foi sempre hábil e com capacidade para separar o que deveria ser separado e ser coerente com os seus valores, mesmo que as opiniões se possam dividir neste ponto.

Mas no entanto o que mais me desagrada em tudo isto é que isto não chega para se ser Presidente da República. Para mim o Presidente da República tem de ter uma visão, repito Visão, para o País e tem de a tornar clara... Visão não é querer intrometer-se em questões Governativas e executivas. Mas é ter aquela influência que tem peso, que mexe, que avisa, que promove os melhores contextos, que tem substância.

Posso ser e ter uma Mente brilhante e rápida. Mas quero-a também cheia de Vida e que dá a impressão de que dá essa Vida (de forma metafórica como é óbvio) ao seu Povo...

Digo tudo isto mesmo confessando que é nele que voto, porque não vejo mais nada para além do que referi nos que estão a ser os seus desafiantes.

 

Existem várias coisas que me agradam em Marcelo Rebelo de Sousa. Uma mente brilhante, rápida e esclarecida como poucas,...

Posted by Portugal Contemporâneo on Friday, January 15, 2016

 

 

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publicado às 12:09


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